Domingo, 27 de Novembro de 2005

Ilhas portuguesas


As ilhas portuguesas


Os arquipélagos da Madeira e dos Açores situam-se no Oceano Atlântico,
relativamente perto de Portugal Continental.

A ilha da Madeira, a maior e mais importante do arquipélago do mesmo nome,
fica a 1050 Km de Lisboa, a cerca de 17º de longitude e 33º de latitude. O
arquipélago é formado por esta ilha, pela de Porto Santo, por dois grupos
de pequenas ilhas: três Desertas e duas Selvagens, e ainda por alguns
ilhéus. A Madeira tem uma área de 766 Km2 (58 Km de comprimento por 24 Km
de largura média) e Porto Santo tem uma área de 50 Km2, sendo as duas
únicas ilhas com condições e dimensões para serem habitadas.

Os Açores ficam a 1500 Km do continente, com uma latitude entre 36º e 55’
e 39º e 43’ e uma longitude entre 25º e 31º e 15’. O arquipélago
estende-se por 600 Km de noroeste a sudeste, ocupa uma área total de 2317
km2, sendo a maior ilha a de S. Miguel que ocupa uma área de 746 km2 (61
km de comprimento por 14 km de largura média). É constituído por 9 ilhas,
todas habitadas (e ainda pelos ilhéus Formigas), que formam três grupos:</font>

 





Grupo Ocidental

(a noroeste)


Flores e Corvo


Grupo Central


Terceira, Graciosa, Pico e Faial


 Grupo Oriental


(a sudeste)


S. Miguel, Sta.
Maria e ilhéus Formigas






Todas as ilhas destes dois arquipélagos são de origem vulcânica, de relevo
acidentado, terra fértil, muita vegetação e clima ameno.</font>


A descoberta da Madeira

A descoberta definitiva das ilhas da Madeira foi feita
pelos portugueses.

Se é provável que anteriormente lá tivessem passado outros barcos e outros
povos, o certo é que continuaram desertas, solitárias e esquecidas no meio
do Oceano Atlântico, até à chegada de João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz
Teixeira à ilha de Porto Santo.

Não se sabe com precisão a data, mas situa-se entre 1417 e 1420. No
entanto o ano mais provável, segundo os especialistas, é 1418.

Do que não há dúvidas é que estes capitães e os marinheiros que com eles
iam navegavam ao serviço do Infante D. Henrique que, nessa época, estava
empenhado em organizar viagens para a costa de África.

Já há divergência quanto ao rumo que João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz
Teixeira levavam: há quem considere que se dirigiam à costa de África, mas
foram desviados por uma tempestade, indo parar por acaso à ilha de Porto
Santo; outros crêem que foram enviados para fazer a descoberta oficial e
tomar posse das ilhas de que já havia notícia.

De qualquer modo, só depois da sua viagem é que estas ilhas entraram na
História.

Em relação ao nome de Porto Santo também não há acordo. Uns dizem que foi
por terem chegado lá no dia 1 de Novembro, dia de Todos os Santos; outros
que foi por se terem salvo de um temporal; outros ainda que apenas
mantiveram o nome posto por outros marinheiros que ali tinham aportado,
levados por alguma tempestade e aí encontraram salvação.

Nessa primeira viagem não foram à ilha da Madeira, regressaram ao reino a
dar conhecimento da descoberta ao Infante D. Henrique, levando indicações
sobre a localização e a rota e amostras de terra e plantas.

No ano seguinte, com Bartolomeu Perestrelo, voltaram a Porto Santo para
ocuparem a ilha. Desta vez não a encontraram deserta, mas ocupada por
frades franciscanos sobreviventes de um naufrágio. A esse lugar chamaram
Porto de Frades.

De Porto Santo à Madeira a distância é curta e, por isso muitos
historiadores pensam que os navegadores terão passado de uma ilha à outra
de imediato e sem dificuldade. Se assim foi ninguém o registou por
escrito. Os relatos que existem contam uma história bem diferente, que, no
entanto, pode não passar de mais uma fantasia, pois não foi escrita pelos
próprios.

Da ilha de Porto Santo avistava-se uma grande nuvem negra, de que os
homens tinham medo julgando que seria a boca do Inferno (o escuro seria o
fumo negro da fornalha onde ardiam as almas penadas pecadoras) ou o começo
de um abismo onde os barcos cairiam fora da borda do mundo. O capitão
Zarco resolveu meter-se no barco com alguns homens e ir ver o que era
aquilo. Saíram de madrugada e por volta do meio-dia chegaram ao local da
escuridão. Aí os marinheiros entraram em pânico com os rugidos tenebrosos
que ouviam e não conseguiam ver de onde provinham. Mas o capitão continuou
em frente até avistarem uma ponta de terra. Deram a volta para sul, onde
havia menos nevoeiro, e perante eles surgiu então uma ilha muito bela,
coberta de arvoredo __ a ilha da Madeira.

Chamaram Ponta de S. Lourenço à primeira ponta de terra que avistaram, por
ser o nome do navio do capitão.

Como já era noite, ficaram nos barcos e só na manhã seguinte foram a terra
onde ficaram encantados com a beleza da ilha: montanhas altíssimas caindo
a pique sobre o mar, vales verdejantes e abrigados, baías da águas
transparentes e calmas, vegetação densa até à praia, frutos à mão de
semear, pássaros que, nunca tendo visto gente e não temendo as suas
armadilhas, vinham pousar na cabeça e nos ombros dos homens.



De acordo com algumas versões, terão encontrado vestígios de passagem de
gente, bem como dois túmulos (os companheiros de Machim e as sepulturas
dos dois amantes). A este lugar chamaram Machico. Terá sido até dentro da
árvore oca que teria servido de abrigo aos Ingleses que se armou um altar
e se disse a primeira missa na ilha. Mais tarde nesse lugar foi construída
um igreja.

No dia seguinte, deixando os barcos ancorados em Machico, partiram em
batéis a fazer uma viagem de reconhecimento da ilha, sempre encantados com
o que viam. Foram dando nomes aos pontos por onde passavam: Ponta do Seixo
a um sítio onde havia seixos, Santa Cruz a um local onde o capitão mandou
erguer uma cruz; Funchal a um vale coberto de pedrinhas onde a única
vegetação era funcho; Câmara de Lobos onde encontraram muitos lobos
marinhos; Cabo Girão ao último ponto por onde passaram no fim deste seu
primeiro giro.

Sendo as ilhas desertas, não tinham dono, por isso D. João I deu-as ao
filho, o Infante D. Henrique, como prémio de as ter mandado descobrir.
Este dividiu as ilhas em três capitanias, duas na Madeira e uma em Porto
Santo e entregou-as aos seus descobridores para que as povoassem e
desenvolvessem. Bartolomeu Perestrelo ficou com a ilha de Porto Santo e os
outro dois dividiram a Madeira entre si.



Não se sabe a data exacta do início da colonização, mas os documentos
apontam datas entre 1420 e 1425.

Os capitães partiram acompanhados das suas famílias, animais domésticos,
utensílios variados e sacos de sementes. Além destes foram também mais
homens da pequena nobreza, uns solteiros, outros já com família, e gente
do povo. Alguns eram criminosos a quem o rei perdoou crimes menores para
irem como colonos.

E foram estes colonos que enfrentaram os problemas de tornarem habitáveis
duas ilhas desertas, o que nem sempre foi fácil, sobretudo em Porto Santo,
onde a água e a vegetação eram escassas. Na Madeira, pelo contrário foi o
excesso de arvoredo que trouxe problemas para a agricultura. A única
maneira que encontraram para resolver a questão foi deitar fogo ao mato,
que ardeu num braseiro incontrolável: conseguiram-se clareiras, mas
durante sete anos houve focos de incêndio na ilha que ninguém conseguia
dominar. Quando soprava o vento do norte, as gentes do Funchal tinham que
fugir para os barcos e fazer-se ao largo, de tal maneira o calor era
insuportável.



Em Porto Santo houve ainda outro problema: os coelhos. Bartolomeu
Perestrelo levou na viagem uma coelha grávida. Os coelhinhos deram-se tão
bem e reproduziram-se tão depressa que em breve se transformaram numa
praga que destruía todas as culturas.

 

Descoberta dos Açores

O primeiro mapa em que aparece o arquipélago dos Açores
muito parecido com o que é na realidade é de 1439 e foi feito por um
cartógrafo catalão chamado Gabriel Valseca. Nele é apontado o nome do
português Diogo de Silves como seu descobridor. As datas prováveis dessa
primeira viagem são 1427 ou 1432. O mapa não inclui ainda as ilhas de
Flores e Corvo.

Isto leva a que historiadores como o professor Luís de Albuquerque, um dos
maiores especialistas nos Descobrimentos Portugueses, considere que a
chegada dos portugueses foi um descobrimento absoluto.

No entanto há quem continue a afirmar ter havido descobridores anteriores,
pescadores ou marinheiros, que deram com as ilhas por acaso, ao
desviarem-se das suas rotas. Souberam da sua existência mas não consta que
essa informação tenha sido aproveitada.

As ilhas eram desabitadas, com clima suave e cheias de vegetação. É de
1439 o primeiro documento sobre o povoamento dos Açores. É uma carta e diz
que:

  o Infante D. Henrique já tinha mandado soltar ovelhas e cabras nas sete
ilhas dos Açores;

 

  o regente, D. Pedro, irmão do Infante D. Henrique e tio de D. Afonso V,
que nessa altura tinha apenas seis anos, autorizava-o a mandar colonos
para povoarem as ilhas.

A colonização foi feita no sistema de capitanias. Conforme era costume da
época, o Infante entregou as ilhas a capitães-donatários da sua confiança
que se tornavam responsáveis pelas terras. Cada um deles tinha que chamar
gente, mandar cultivar os campos, construir cidades e organizar a vida da
população. Nos seus territórios, cada um era como um rei, até na aplicação
da justiça e no arrecadar dos rendimentos obtidos; só tinha que pagar um
imposto ao Infante D. Henrique ou ao Infante D. Pedro.

Os primeiros capitães donatários foram portugueses e flamengos: Gonçalo
Velho Cabral, que levara as ovelhas nas viagens anteriores, ficou com S.
Miguel e S.ta Maria, em 1439; o flamengo Jácome de Bruges, casado com uma
portuguesa, recebeu a Terceira, em 1450; Faial e Pico foram entregues a
outro flamengo __ Josse van Hurtere (de onde deriva o nome da cidade da
Horta) em 1466.

As ilhas de Flores e Corvo foram descobertas em 1452 por Diogo de Teive,
que partira do Faial com um filho e, quando menos esperava, viu pela
frente aquelas duas pequenas e bonitas ilhas. Estas duas capitanias foram
dadas a Guilherme van der Haegen, que também recebeu a de São Jorge, em
1470.

A Graciosa só foi povoada em 1510 por Pedro Correia e Vasco Gil Sodré.

O nome do arquipélago __ Açores __ vem do grande número desses pássaros
que sobrevoavam as ilhas quando foram descobertas.



 
Jornal de Olivença editou às 18:11

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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2005

- Mais uma cimeira Ibérica


MAIS UMA CIMEIRA IBÉRICA

Vai decorrer, em Évora, nos dias 18 e 19 de Novembro
de 2005, mais uma Cimeira entre Portugal e Espanha. Dado o bom relacionamento
entre os dois países, não se prevêem grandes debates ou decisões inesperadas. As
duas diplomacias, num clima de grande abertura, terão feito tudo para que os
documentos a discutir em Évora mais não necessitem do que meia dúzia de ajustes
simbólicos e de algumas assinaturas para se tornarem "efectivos" e se poder por
em prática o que neles se estipula.

É comovente, e é bonito. Na verdade, é em clima de amizade que os problemas
devem ser resolvidos... sabendo-se como outros caminhos, já dolorosamente
percorridos ao longo dos séculos nos inúmeros e sangrentos conflitos entre os
dois maiores Estados Ibéricos, nada produziram de bom para os respectivos povos.

Só se deseja é que a Diplomacia Portuguesa seja merecedora da confiança que nela
se deposita, e que não dê a imagem, que muitas vezes surge perante a
opinião pública, de a tudo o que Madrid pede acabar por ceder. Não é assim que
se constroem amizades sólidas e duradouras, pois acabam por surgir os mais
inconvenientes ressentimentos.

Não se pode esquecer que Évora fica a cerca de 70 quilómetros, em linha
recta, da cidade de Olivença. O problema da posse deste território vê a sua
discussão, e portanto a sua resolução, adiada de cimeira para cimeira. Desde há
duzentos anos. Quase desde que foi cedida, em 1801. Desde que foi devolvida a
Portugal... por tratado assinado pela Espanha e por todas as Potências europeias
em 1815, em Viena de Áustria. Dado o actual clima de amizade e confiança, não se
vê muito bem por que razão não se pode encarar este litígio de frente, sem os
costumados subterfúgios.

É infelizmente inevitável fazer comparações com as atitudes de Madrid perante
um caso semelhante. Na verdade, a Espanha não hesita, quando tem lugar qualquer
evento, pequeno ou grande, em que se encontrem representantes seus e da
Grã-Bretanha, em recordar o problema de Gibraltar. Fá-lo sempre, aproveitando a
amizade reinante com Londres. Tem vindo sempre a fazê-lo, independentemente dos
regimes, desde o século XVIII, porque considera estar a bater-se por algo justo.

E nem se esquece de argumentar que as questões de justiça devem ser vistas pelas
suas razões históricas, políticas, e diplomáticas. Não aceita razões económicas
(como as de que em Gibraltar se vive melhor do que em Espanha, e de
que as leis de Gibraltar vão mais ao encontro da Globalização), nem políticas
(como a existência de um Tratado de 1713/14 em que o Rochedo era cedido a
Londres, ou como as leis vigentes no mesmo permitem uma Democracia mais
"avançada" do que a praticada em Espanha), nem outras (por exemplo, considera
que a população local, ao exprimir sérias dúvidas em relação a
uma eventual soberania espanhola, está a ser vítima de manipulações e de visões
distorcidas da História...).. Madrid propõe-se apenas minimizar eventuais
impactos negativos nas populações de um regresso de Gibraltar a Espanha, mas lá
vai
defendendo que "a soberania não é negociável" e que se possam decidir "pertenças
nacionais com base em meros interesses económicos".

Talvez a proximidade de Évora em relação a Olivença inspire alguns participantes
da Cimeira a referir a questão que rodeia a posse da cidade transodiânica.
Talvez, se referirem as águas do Alqueva, se lembrem de que, por causa da
problemática de Olivença, foi possível a Portugal dispor do vale do Guadiana e
do lago artificial criado com bastante liberdade, evitando muitas complicações
diplomáticas.

Talvez, no meio de atitudes hipócritas, alguém destoe, e recorde que é com os
amigos mais chegados que se discutem todos os problemas, sem complexos e sem
mentiras. Talvez...

Carlos Eduardo da Cruz Luna

Estremoz

Fonte: Jornal "DIÁRIO DE NOTÍCIAS",
19-Novembro-2005, cartas

Jornal de Olivença editou às 15:50

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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2005

- Divulgação 12/05


Grupo dos Amigos de Olivença




Divulgação 12-2005





Numa realização da ASSOCIAÇÃO CULTURAL AMIGOS DE GAIA, terá lugar no
próximo dia 26 de Novembro, às 15h00, no Auditório da Biblioteca Pública
Municipal de Vila Nova de Gaia, uma Conferência sobre a Questão de
Olivença.



O Dr. Carlos Luna, investigador e professor de História, membro da
Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença, desenvolverá o tema «Situação
Colonial de Olivença: Um Anacronismo no Séc. XXI».

O GAO convida todos os seus apoiantes e todos os que se interessam pela
Questão de Olivença a participar na iniciativa.





Contamos com a sua presença!



Lx., 06-11-2005.


SI/Grupo dos Amigos de Olivença

__________________________



Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa



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<p align="center"><font size="6"><b><i>Grupo dos Amigos de Olivença</i></b></font></p>
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<p align="center">
<a title="http://www.olivenca.org" href="http://www.olivenca.org">
www.olivenca.org</a></div>
<div>
<p align="center">Divulgação 12-2005</div>
<p align="justify">
<br>
Numa realização da ASSOCIAÇÃO CULTURAL AMIGOS DE GAIA, terá lugar no
próximo dia 26 de Novembro, às 15h00, no Auditório da Biblioteca Pública
Municipal de Vila Nova de Gaia, uma Conferência sobre a Questão de
Olivença.<br><br>

O Dr. Carlos Luna, investigador e professor de História, membro da
Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença, desenvolverá o tema «Situação
Colonial de Olivença: Um Anacronismo no Séc. XXI».<br>
O GAO convida todos os seus apoiantes e todos os que se interessam pela
Questão de Olivença a participar na iniciativa.</p>
<p><br>

Contamos com a sua presença!<br><br>

Lx., 06-11-2005.<br><br>
SI/Grupo dos Amigos de Olivença<br><br> __________________________
<br><br>
Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa</p>
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<DIV><A title=http://www.olivenca.org href="http://www.<A href="
mailto:olivenca.org?>www.olivenca.org</A>   <br>
 <A title=mailto:olivenca@olivenca.org
href="mailto:olivenca@olivenca.org">mailto:olivenca@olivenca.org</A></DIV>
<DIV>Tlm. 96 743 17 69  -  Fax. 21 259 05 77</DIV></td>
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Jornal de Olivença editou às 01:18

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