Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2006

Afirmações de Mário Soares

MÁRIO SOARES NO CONSIDERA A ESPAÑA UNA NACIÓN PERO SÍ A CATALUÑA

 

 


Mário Soares

 

Minuto Digital: 19.01.2006

Mário Soares, gran amigo de Felipe González y apologeta de Rodríguez, no es un amigo de España, pues considera que ésta es no es una nación. El domingo, a los 81 años, se batirá de nuevo por la presidencia de la República. Su victoria sería una buena noticia para Rodríguez y Carod, pero pésima para los españoles.

Hay gente que no se resigna a la jubilación y a que deje de sonar su teléfono, sobre todo si viven del presupuesto. Es el caso del socialista portugués, quien no sólo ha colocado a su hijo en política, sino que, además, a los 81 años, se presenta a las elecciones para jefe del Estado. Su elección sería una pésima noticia para los españoles en estos momentos de crisis constitucional, pues Soares no cree en la nación española.

Como muchos portugueses, Soares considera que España es demasiado grande y peligrosa para Portugal, pese a que la frontera entre ambas naciones ibéricas ha permanecido inamovible desde la Guerra de las Naranjas de 1801, en la que Portugal perdió la plaza de Olivenza. (En las negociaciones de paz de la guerra de Sucesión, Portugal pretendió arrebatar a España toda Galicia y parte de Extremadura, pero sus aliados sólo le concedieron una ampliación de Brasil a costa del virreinato de La Plata.)

En una entrevista en el diario �Jornal de Negocios� (12-1-2006), Soares declaró: �Nunca hablo de España. Es un país plural: Cataluña, Galicia...; es diferente�.

Meses antes, Soares presentó una conferencia de Josep Lluis Carod-Rovira en Lisboa. El político separatista reprodujo las palabras del socialista portugués en un artículo en el diario �Avui� (26 de enero de 2005): �El Dr. Soares presenta mi conferencia con palabras que agradezco y que le honran. �Cataluña es una nación�, asegura. �España, no. España es un Estado del cual forman parte diversas naciones�, sentencia, él, el ex presidente de Portugal�.

Soares, pues, tiene la misma opinión sobre España que Carod.

Recibió a etarras en su fundación

Y los demás enemigos de España lo saben y cuentan con él. Por ejemplo, diversas informaciones publicadas en enero de 2005 sostenían que ETA barajaba entonces varios nombres como mediadores en una posible negociación con el Gobierno de Rodríguez. Junto con Francesco Cossiga, el corrupto italiano vinculado a los servicios secretos y amigo de Arzalluz, y algún sacerdote católico, figuraba Soares.

Unas semanas después, en marzo, Soares recibió en la sede de su Fundación, en Lisboa, a los políticos batasunos Joseba Álvarez y José Luis Elkoro, cuadno Batasuna ya había sido ilegalizada. Lo hizo porque se lo pidió Cossiga "Hablé con ellos porque soy una persona dialogante que habla con todo el mundo, pero todos saben que estoy contra la violencia", explicó Soares, aunque se negó a decir de qué hablaron los tres. Añadió lo siguiente: "Nunca haría nada que perjudicase las buenas relaciones con España y con mi amigo Zapatero, mi objetivo es la conciliación entre ambos países y no la desunión"

Soares gusta de venir a España y de intervenir en su vida política. En diciembre de 2003 asistió a la toma de posesión de Pasqual Maragall como presidente de la Generalidad. En septiembre pasado, con motivo del agasajo al genocida Santiago Carrillo por parte del ayuntamiento de Ferrol envío un vídeo en el que pedía para el comunista español admirador de Ceaucescu y de Stalin un homenaje de �Europa entera�.

Las elecciones se celebran este domingo día 22 y las encuestas dan como favorito al ex primer ministro de derechas (1983-1995) Aníbal Cavaco Silva. Soares había afirmado varias veces que él ya no debía de tener cargos políticos por su edad y que su época había pasado, pero la falta de rivales de talla en el PS para enfrentarse a Cavaco y la división de la izquierda le movieron a salir de su retiro. Soares ya fue presidente entre 1986 y 1996 y antes primer ministro.

Texto extraído: Diário digital minutodigital
imagem de: EL PAIS.es
  

Jornal de Olivença editou às 22:39

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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2006

Divulgação 1-2006


Grupo dos Amigos de Olivença


www.olivenca.org

Divulgação 1-2006
 

 

No âmbito das iniciativas culturais da LIVRARIA DA PRAÇA (Viseu), terá lugar no próximo dia 3 de Fevereiro, às 21:00 horas, uma tertúlia à volta da Questão de Olivença, com a participação do Grupo dos Amigos de Olivença.

O GAO convida todos os seus apoiantes e todos os que se interessam pela Questão de Olivença, residentes no Distrito de Viseu, a participar no encontro:

LIVRARIA DA PRAÇA - R. Cónego Martins, n.º 13 (ao Museu Almeida Moreira) e também com entrada pelas Escadinhas Chão do Mestre (à Rua do Comércio), VISEU.

 

http://livrariapraca.blogspot.com/

Contamos com a sua presença!

Lx., 24-01-2005.
SI/Grupo dos Amigos de Olivença


Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa
www.olivenca.org - olivenca@olivenca.org
Tlm. 96 743 17 69 - Fax. 21 259 05 77

Jornal de Olivença editou às 16:29

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Sábado, 14 de Janeiro de 2006

Olivença nas presidenciais




OLIVENÇA NA CAMPANHA PRESIDENCIAL
 


A todos os candidatos à Presidência da República (Cavaco Silva, dia 3 de Janeiro, em Évora; Jerónimo Sousa, dia 7, em Arraiolos; Mário Soares, dia 8, em Reguengos de Monsaráz; Manuel Alegre, dia 14, em Portalegre; Francisco Louçã e Garcia Pereira, em Lisboa, entre 16 e 21 de Janeiro) tem vindo a ser entregue um "Dossier" sobre Olivença, pessoalmente.

Todos o têm recebido com manifestações de gratidão.

Ao entregar o dito "Dossier", o elemento que o faz procura também de viva voz destacar a ligação da posse das águas do Alqueva à questão da fronteira no Guadiana na região, apontado os elementos documentais que o provam; tem realçado o carácter "frentista" dos grupos que continuam a lembrar-se do problema, que abrangem todo (mas todo, mesmo!) o espectro partidário português; tem procurado fazer notar que, por exemplo, um dos presidentes do Grupo dos Amigos de Olivença (curiosamente, à data do 25 de Abril) foi o conhecido anti-salazarista Prof. Hernâni Cidade; tem chamado a atenção para a hipocrisia que tem consistido em não se falar do problema, quando é sabido que ele existe, dentro dos limites da Democracia e da salvaguarda de boas relações diplomáticas com Madrid, e aproveitando mesmo, se necessário, o quadro da União Europeia... como o fazem, por essa Europa fora, outros Estados com problemas de definição de soberanias, sem que tal signifique que entre eles ocorram sérios problemas de relacionamento; tem procurado apelar a saudáveis sentimentos patrióticos e de auto-estima, que não devem ser confundidos com nacionalismos serôdios; tem, finalmente, chamado a atenção para a necessidade de se estar informado sobre a assunto... para evitar, no mínimo, "gafes" diplomáticas.

Tem-se, desta forma, procurado sensibilizar os candidatos para um assunto que, por ter alguma importância, não deve ser ignorado, principalmente se o for por manifesta falta de informação, ou por preconceito.


Carlos Eduardo da Cruz Luna
Estremoz, 14 de Janeiro de 2006 01:26 2006-01-11

Jornal de Olivença editou às 17:38

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Sábado, 7 de Janeiro de 2006

- Erros dramáticos !!!

«Erros dramáticos de percepcão sobre Olivença»
6-Jan-2006 - 14:01

«Como cidadão português, queria manifestar aos Senhores Jornalistas e demais pessoas que trabalham na área da comunicação social o desejo de que neste ano de 2006 que acaba de se iniciar possam dedicar algum tempo e espaço à Questão de Olivença, terra Portuguesa ilegalmente ocupada por Espanha desde 1801.»


«Isto por forma a acordar este País de uma anestesia que alguns portugueses com responsabilidades ao mais alto nível continuam a alimentar, simplesmente não fazendo nada ou, pior ainda, como sucedeu recentemente, passando mensagens a Espanha de que está tudo bem nas relações com Portugal e referindo-se com agastamento às acções de alguns cidadãos que corajosamente ainda se vão manifestando pela causa da retrocessão daquela parcela de Portugal.

Revejam-se a propósito as declarações proferidas por um cidadão, que é nem mais nem menos do que a mais alta figura do Estado Português, ao participar num debate com um conhecido político espanhol, ocorrido no dia 25/11/2005 na RTP 1. Cito com fidelidade a seguinte passagem dessas deprimentes declarações: "...(devemos) ter uma boa relação com o Governo Central Madrileno, não apostar em dificuldades territoriais que me parece ser um erro dramático de percepção - há uma ou outra pessoa que gosta disso - e felizmente que em geral em Portugal nós queremos que as coisas funcionem bem a todos os níveis".

Com amigos destes por cá, e se todos nos acomodarmos, bem pode a Espanha estar descansada em relação à Questão de Olivença, tendo fundadas razões para a julgar morta e enterrada, o que lhe permitirá negociar mais tranquilamente com a Grã Bretanha o problema de Gibraltar, sem receio de que Portugal possa finalmente reagir e seguir-lhe o exemplo, exigindo-lhe a devolução do que é nosso.

Note-se que em 18/11/2005, uma semana antes daquele debate, tinha decorrido em Évora uma jornada de luta pela causa de Olivença dirigida pelo Grupo dos Amigos de Olivença - a quem Portugal muito deve - enquanto se desenrolava na mesma cidade mais uma Cimeira Luso-Espanhola, daquelas em que nunca há espaço na agenda nem tempo extra para tratar da Questão de Olivença. E assim se vão somando os anos de ocupação ilegal (e são já 204 anos), anestesiando-se os Portugueses que já não tenham a memória tão viva e consumando o etnocídio cultural em Olivença e seu termo.

Um "erro dramático de percepção" será, não o de ainda haver em Portugal revolta e indignação por parte de Portugueses que remam contra a maré do nada fazer por Olivença, mas antes o de se conferirem as mais altas condecorações portuguesas ao Presidente da Junta da Extremadura Espanhola ou o rei de Espanha, ao mesmo tempo que se apoucam os que com muita dignidade e coragem ainda ousam sobressair da modorra nacional. O que seria justo e digno era que essas personalidades, que representam o nosso País aos mais diversos níveis, acarinhassem todos os Portugueses que ainda não vergaram perante o peso da indiferença. Esses, sim, mereciam ser condecorados, em vez de menosprezados e silenciados.

Outro "erro dramático de percepção" parece-me ser o facto de as lamentáveis declarações que atrás referi terem passado despercebidas ou sido indiferentes ao País, uma vez que não se ouviram manifestações de indignação. O que, sem prejuízo de ter havido cidadãos que se sentiram traídos e revoltados, denota de alguma forma uma anestesia bastante generalizada. Para ser justo, devo porém referir que vi o assunto tratado, e bem, num semanário publicado em 06/12/2005, pelo Dr. Mário Rodrigues, a quem felicito.

Um último "erro dramático de percepção" que desejava realçar é, na minha modesta opinião, o que (não) se passa no ensino escolar oficial obrigatório em relação a Olivença. Por isso me permito apelar também aos Senhores Professores que ensinam História, bem como aos que elaboram os programas e os manuais, no sentido de que o ano de 2006 possa ser um ano de viragem de inversão do défice que nesta área também temos.

Aos Governantes de Portugal, aos Deputados da Nação e demais responsáveis do Estado, nada peço. Eles sabem, todos sabemos, que têm o especial dever de zelar activamente pelos legítimos interesses de Portugal. Confio em que, pelo que fizerem, ou não, no futuro e pelo que não fizeram até agora, sejam julgados com rigor pelo Povo Português, porque pela História seguramente que o serão.

"La siesta" é uma "instituição" nacional espanhola, mas é em Portugal que se tem andado a dormir demasiado em relação a Olivença. Que o ano de 2006 faça a diferença. Haja quem queira.

Custódio Henriques»

extraído de: Notícias Lusófonas, as notícias do mundo lusófono
 

Jornal de Olivença editou às 13:03

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